Rampas de garagem apertadas, lugares junto a pilares e ruas onde estacionar é encaixar. Se o seu para-choques tem o canto raspado, está acompanhado. É o dano número um dos carros desta zona e resolve-se quase sempre tratando só aquela peça.
Porque é que o plástico é um caso diferente
Quase toda a gente trata o para-choques como se fosse mais uma peça de chapa, e não é. É uma peça de plástico pintada, e o plástico cede e volta. Daí que um encontrão que amassaria uma porta muitas vezes deixe o para-choques com a forma que tinha e só a tinta comida. Isso joga a nosso favor, porque limita o trabalho à superfície.
Preparar uma peça destas para pintura não tem nada a ver com preparar metal. A camada aplicada tem de ceder com a peça, senão estala ao primeiro encontrão. E se o plástico abriu ou se um encaixe partiu, o que decide entre recuperar e trocar está atrás da peça, não na parte que se vê.
O que costuma chegar-nos
Canto raspado. O clássico das rampas e dos pilares: fica a marca branca do plástico à mostra e mais nada. É o caso mais simples de todos.
Risco de lado a lado. Costuma vir de um pilar ou de quem passou demasiado perto. Enquanto ficar pelo verniz, resolve-se com correção de pintura, que sai por muito menos. A partir daí, leva tinta.
Encosto de estacionamento. O para-choques recuou ou saltou dos encaixes. Precisa de ser visto, porque o aspeto de fora não diz o que está por dentro.
Igualar a cor é o passo que se nota
Num para-choques a cor é mais difícil de acertar do que numa peça de chapa, e há razão para isso: a tinta assenta de maneira ligeiramente diferente no plástico, e a peça vai ficar lado a lado com guarda-lamas que já apanharam anos de sol e maresia. O ajuste tem de ser ao estado atual da pintura do carro, não ao código de fábrica. É aí que se vê se o trabalho foi feito por quem sabe.
Avançar
Mande-nos três fotografias tiradas de dia, à sombra: o carro todo, a zona a cerca de um metro e o estrago em grande plano. Com isso já lhe dizemos se é caso de tinta ou se chega corrigir, e adiantamos valores. A recolha combina-se depois, e o carro volta tratado por fora.
919 060 257 ou o formulário aqui em baixo. Tudo o resto desta área está reunido em bate-chapa e pintura.
Perguntas frequentes
É preciso pintar o carro todo?
Não. Trata-se a peça, e é por isso que este é um dos trabalhos com melhor relação entre custo e resultado.
O plástico está rachado. Tem reparação?
Muitas rachas repara-se bem. Outras, sobretudo com encaixes partidos, compensa substituir a peça. É preciso vê-la para decidir.
Quanto tempo demora?
Depende do dano e da altura do ano. Preferimos dizer-lhe depois de ver as fotos a atirar um prazo que depois não se cumpre.
Fazem recolha do carro?
Fazemos, em todo o concelho de Almada. Combina-se o local e a hora.
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