Quem anda de mota nesta zona tem um problema que o resto do concelho não tem na mesma medida: o sal. Num carro, o sal encontra chapa pintada e vidro. Numa mota, encontra alumínio nu, aço, parafusos, radiador e cromados, tudo exposto e sem nada por cima.
O alumínio é a primeira coisa a ceder
Aquelas picadas brancas que aparecem nas jantes de liga, nos suportes e nas peças de motor não são sujidade, é corrosão de alumínio. Começa em pontos minúsculos e alastra, e quando já está profunda não há limpeza que a apague, só polimento agressivo e nem sempre com resultado completo.
Numa mota que vive perto da Costa da Caparica ou que faz a marginal com regularidade, a única defesa eficaz é lavar com regularidade e aplicar proteção sobre o metal depois. Não é vaidade, é o que decide o aspeto da mota daqui a três anos.
O que não se faz a uma mota
Jato de alta pressão apontado a rolamentos de direção, a rolamentos de roda, à corrente, às fichas elétricas ou ao painel. A água entra, empurra a massa lubrificante para fora e fica lá dentro a trabalhar. É o erro mais comum e o mais caro a prazo, porque a fatura aparece dois anos depois em forma de rolamento moído.
Também não se aplica champô de carro em alumínio nem produto agressivo numa corrente com vedantes de borracha. São coisas simples que fazem a diferença entre limpar e ir gastando.
Transmissão, carenagens e assento
A corrente leva desengordurante, escova, secagem e lubrificação nova. As carenagens tratam-se como pintura de carro, com lavagem sem abrasão e correção de riscos finos quando fazem falta. Os cromados e o alumínio polido levam produto específico e é aí que a mota ganha outro ar. O assento leva limpeza e proteção contra ultravioleta, porque a pele sintética racha ao fim de uns verões ao sol.
A frente e o vidro apanham insetos, que são ácidos. Amolecem-se e retiram-se, nunca se esfregam.
Scooters de uso diário
Em Almada há muita scooter a fazer quilómetros todos os dias e a dormir na rua. São as que chegam em pior estado e as que mais mudam com um detalhe a sério, porque quase nunca receberam mais do que uma mangueirada. Nestas, a proteção sobre os plásticos vale mais do que qualquer outra coisa.
Pedir orçamento
919 060 257 ou o formulário aqui em baixo. Diga o modelo, onde a mota costuma ficar e há quanto tempo não leva uma limpeza a fundo.
Perguntas frequentes
As picadas brancas no alumínio saem?
Se forem superficiais, saem com polimento e a peça fica protegida a seguir. Se a corrosão já entrou fundo, atenua-se mas não desaparece por completo.
Usam água à pressão na mota?
Não nas zonas sensíveis. Trabalhamos com pouca pressão e produto a atuar, e em motas com muita eletrónica exposta fazemos praticamente sem água corrente.
Tratam da corrente?
Sim: desengordurar, escovar, secar e lubrificar de novo, com produto que não ataca os vedantes dos elos.
Fazem motas clássicas com muito cromado?
Fazemos, e é onde o resultado mais se vê. O cromado leva produto e método próprios, diferentes do alumínio polido.
Peça um orçamento grátis
Preencha o formulário ou ligue-nos. Respondemos depressa e sem compromisso.