Estacionar em Almada é um desporto de contacto. Ruas estreitas no centro, garagens de prédio medidas ao centímetro, parques de superfície cheios. O resultado está à vista em qualquer rua: cantos de para-choques raspados, portas com marcas de outras portas e arestas de guarda-lamas com a tinta comida.
A maior parte destas coisas fica por resolver não por causa do custo, mas por causa da chatice. É essa parte que tiramos do caminho: manda fotos, damos-lhe uma ideia, vamos buscar o carro e devolvemos pronto.
Comece por saber se precisa mesmo de pintura
Boa parte dos riscos que parecem graves não passou do verniz, e esses corrigem-se sem tinta nenhuma. O teste é o da unha: passe-a ao contrário sobre o risco, sem força. Se desliza, o risco está no verniz e provavelmente sai com correção de pintura. Se prende, chegou à tinta e aí é outra conversa.
Dizemos-lhe sempre qual é o caso, mesmo quando a resposta é a que nos dá menos trabalho. Um carro com a pintura de fábrica intacta vale mais na revenda do que um carro repintado, e pintar o que se podia corrigir é deitar valor fora.
O que se trata nesta área
- Amolgadelas de estacionamento e de embate
- Riscos fundos, com primário ou chapa à vista
- Para-choques raspados, riscados ou rachados
- Repintura de peça isolada, sem mexer no resto do carro
- Igualação de cor ao estado atual da pintura, não só ao código de fábrica
- Tinta levantada e pontos de corrosão, que junto ao mar avançam mais depressa
Junto ao mar, adiar sai caro
Este ponto é específico daqui e vale a pena percebê-lo. Enquanto a pintura está fechada, protege o metal. A partir do momento em que um risco ou uma pedrada abre a tinta até à chapa, o sal encontra caminho, e em Almada o sal está sempre presente, mais junto à Costa e à Trafaria, menos no interior do concelho, mas presente.
Uma pedrada no capô que ficaria anos igual noutro sítio, aqui pode transformar-se num ponto de corrosão em muito menos tempo. Por isso o conselho, nesta zona, é tratar cedo, mesmo quando o defeito parece pequeno.
A diferença entre uma peça pintada e um carro pronto
Uma peça acabada de pintar fica sempre com melhor aspeto do que o resto de um carro com anos de sol e maresia, e o contraste dá nas vistas. Nós devolvemos o carro lavado e com a pintura tratada, para que a peça nova entre no conjunto em vez de saltar à vista. É o mesmo trabalho que fazemos em qualquer carro que nos entra, aplicado no fim deste.
Como corre o processo
- Manda fotos pelo formulário ou pelo telefone
- Damos-lhe uma ideia do que é preciso e do valor
- Combinamos a recolha do carro em Almada
- O carro é reparado e pintado, com a cor igualada
- Devolvemos pronto, lavado e com a pintura tratada
Se ao ver o carro ao vivo o cenário for diferente do das fotos, falamos consigo antes de fazer seja o que for.
Pedir orçamento
919 060 257 ou o formulário aqui em baixo. Marca, modelo, ano e o que aconteceu. Fotos de dia, à sombra, uma de longe e uma de perto.
Perguntas frequentes
Vão buscar o carro a Almada?
Vamos, a todo o concelho. Combina-se onde está e a que horas, e devolvemos onde lhe der mais jeito.
Como sei se é polimento ou pintura?
Pelo teste da unha: se ela não prende no risco, está no verniz e costuma sair com polimento. Se prende, passou o verniz. Na dúvida, mande fotos.
Pintam só a peça danificada?
Sim, quando o dano está limitado a uma peça. O trabalho fino está em igualar a cor ao resto do carro, que com os anos já não é exatamente a de fábrica.
Tenho pontos de ferrugem a começar. Ainda vou a tempo?
Quanto mais cedo melhor, sobretudo perto do mar. Enquanto a corrosão é superficial trata-se bem; quando come a chapa, o trabalho é outro.
E se o carro não estiver em condições de andar?
Diga-nos ao pedir orçamento e preparamos a recolha de acordo.
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